É nosso objetivo criar uma unidade de formação de facilitadores que promovam a integração plena dos indivíduos com NEEP nas entidades empregadoras.
O processo de transição para a vida ativa é complexo e ultrapassa, muitas vezes, os meios colocados à disposição das entidades que, com enorme esforço, pretendem cumprir com responsabilidades, legalmente ou não, atribuídas.
Os modelos de intervenção subjacentes à transição para a vida ativa dos alunos com NEEP devem incidir nos seguintes aspectos: i) processos de cooperação, fomentando a participação contínua do próprio sujeito; ii) envolvimento das famílias; iii) coordenação entre todos os serviços envolvidos; iv) estreita colaboração com o sector laboral.
O objetivo do percurso de transição para a vida ativa deve ser garantir o sucesso de uma integração profissional, evitando frustrações para o sujeito e expectativas negativas face ao seu desempenho por parte das entidades empregadoras.