Estamos a recrutar!

Procuramos um perfil dinâmico e versátil para se juntar à equipa da Associação Vila com Vida, que tenha vontade de transformar o mundo. Mais precisamente, que tenha vontade de contribuir para a inserção no mercado de trabalho de jovens com perturbações ligeiras do desenvolvimento intelectual (PLDI), em prol de gerações autónomas e de uma sociedade mais inclusiva.

Atividades a desempenhar: 

  • Completar e detalhar o business plan
  • Preparar candidaturas do projeto Café com Vida para fundos e prémios
  • Acompanhamento da operacionalização do piloto Café com Vida
  • Apoio à direcção executiva nas reuniões com parceiros
  • Envolvimento nas atividades de comunicação
  • Participação nas reuniões de gestão

O que procuramos:

  • Elegibilidade para estágio profissional do IEFP:
    • Jovens com idade entre os 18 e os 30 anos; ou
    • Ter entre 31 e 45 anos e desempregado há mais de 12 meses
  • Licenciatura em Gestão (preferencial) ou similares
  • Domínio das ferramentas office na ótica do utilizador
  • Pragmatismo e criatividade
  • Capacidades analíticas e espírito crítico
  • Energia e perseverança
  • Boa disposição

O que oferecemos: 

  • Estágio de 9 meses, com possibilidade de crescer com a Associação, integrando a equipa após o estágio
  • Ambiente informal e de muita autonomia, numa lógica de startup
  • Possibilidade de influenciar as propostas de valor dos projetos das Gerações Autónomas
  • Exposição a uma rede vasta de mentores, parceiros, contactos empresariais e do terceiro setor

Para se candidatar: 

Escreva-nos, até quinta-feira dia 15 de Fevereiro de 2018, para geral@vilacomvida.pt detalhando a sua motivação para esta posição, e não se esquecendo de anexar o seu CV, e dando uma breve resposta a esta pergunta: “O que falta nesta imagem sobre o Projeto das Gerações Autónomas, nomeadamente o que está assinalado a encarnado?”

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Aliviar a dependência das famílias

Para as famílias de indivíduos com perturbação ligeira do desenvolvimento intelectual, além do grande melhoria da qualidade de vida do familiar, a profissionalização pode ainda significar um aumento do rendimento disponível. Neste sentido, e para além do rendimento gerado por estas pessoas, o elemento do agregado que antes assumia o papel de cuidador estará livre para se empregar e gerar também rendimentos adicionais.

 

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Consciencializar a sociedade

Cada indivíduo com Necessidades Educativas Especiais de caráter permanente (NEEP) tem direito à uma plena inclusão escolar, social, comunitária e laboral. Com efeito, cada indivíduo deverá ser visto como um ser único e particular, com características próprias e com pleno direito à participação ativa na sociedade.

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Sensibilizar as entidades empregadoras

As pessoas com deficiência não estão incapacitadas para adquirir uma formação ou serem produtivas numa determinada atividade remunerada. Para que tal seja possível, é essencial que se desenvolvam as condições necessárias à expressão das suas capacidades, nomeadamente uma reestruturação social que se mostre capaz de reconhecer as diferenças (Martins, 2004).

De acordo com a Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência (2006) as pessoas com deficiência deixam de ser vistas como meros destinatários ou beneficiários de apoios sociais/caridade, tratamento médico ou proteção social, sendo-lhes reconhecido os seus direitos como indivíduos em pleno das suas capacidades (Gonçalves e Martins, 2012).

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Formar alunos para integrar o mercado de trabalho

É nosso objetivo criar uma unidade de formação de facilitadores que promovam a integração plena dos indivíduos com NEEP nas entidades empregadoras.

O processo de transição para a vida ativa é complexo e ultrapassa, muitas vezes, os meios colocados à disposição das entidades que, com enorme esforço, pretendem cumprir com responsabilidades, legalmente ou não, atribuídas.

Os modelos de intervenção subjacentes à transição para a vida ativa dos alunos com NEEP devem incidir nos seguintes aspectos: i) processos de cooperação, fomentando a participação contínua do próprio sujeito; ii) envolvimento das famílias; iii) coordenação entre todos os serviços envolvidos; iv) estreita colaboração com o sector laboral.

O objetivo do percurso de transição para a vida ativa deve ser garantir o sucesso de uma integração profissional, evitando frustrações para o sujeito e expectativas negativas face ao seu desempenho por parte das entidades empregadoras.

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Promover a inclusão profissional e social

Uma sociedade inclusiva deve basear-se nos princípios da não segregação e exclusão das pessoas com algum tipo de incapacidade, ao mesmo tempo que deve trabalhar no sentido de eliminar os preconceitos sociais enfrentados por estas pessoas, seja na sociedade em geral, seja no seu contexto familiar. Trata-se assim, por um lado, de restituir às pessoas com incapacidade o poder e controlo sobre as suas vidas, e, por outro, de criar na própria sociedade as condições para o exercício dessa autonomia.

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